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TikTok busca autorização do Banco Central para oferecer empréstimos no Brasil, diz agência

Logo do aplicativo TikTok Dado Ruvic/Reuters O TikTok está buscando aprovação do Banco Central para operar como uma instituição financeira no Brasil, infor...

TikTok busca autorização do Banco Central para oferecer empréstimos no Brasil, diz agência
TikTok busca autorização do Banco Central para oferecer empréstimos no Brasil, diz agência (Foto: Reprodução)

Logo do aplicativo TikTok Dado Ruvic/Reuters O TikTok está buscando aprovação do Banco Central para operar como uma instituição financeira no Brasil, informou a agência Reuters nesta terça-feira (31). A rede social controlada pela chinesa ByteDance pediu duas licenças: uma de "emissor de moeda eletrônica" e outra de "sociedade de crédito direto", disseram à Reuters fontes em condição de anonimato. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A primeira licença permitiria à empresa oferecer contas de pagamento digitais para usuários manterem dinheiro, receberem transferências e fazerem pagamentos no aplicativo do TikTok. Já a segunda daria à companhia o direito de oferecer seu próprio capital para empréstimos ou atuar como uma intermediadora entre tomadores e credores. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Executivos da ByteDance, incluindo o chefe de Pagamentos Globais, Liao Baohua, se reuniram com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em Brasília na manhã desta terça-feira (31), de acordo com a sua agenda pública. A ByteDance lançou em 2021 o Douyin Pay, um sistema de pagamentos da versão chinesa do TikTok. A plataforma compete com outros serviços já estabelecidos no país como o WeChat Pay e o AliPay. A rede social também solicitou em 2023 uma licença para operar como serviço de pagamentos na Indonésia. O pedido foi recusado, e a plataforma passou a buscar parcerias com empresas locais. Em seu plano de expansão no Brasil, o TikTok anunciou no final de 2025 que construirá um data center no Ceará. O empreendimento vai gerar investimentos de mais de R$ 200 bilhões, segundo a empresa.

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